domingo, 25 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Restrições e cantoria marcam culto na Congregação
21/06/2006
Do site www1.folha.com.uol.com.br
DA EQUIPE DE TREINAMENTO
Manhã de domingo. Duas mulheres com o cabelo batendo na cintura e vestidas com saias abaixo do joelho caminham pelas ruas do Brás (centro de São Paulo). Sigo-as. Meu palpite é que se dirigem ao mesmo destino que eu, a sede da igreja pentecostal Congregação Cristã no Brasil.
De fato, a dupla chega ao prédio construído na década de 1930, com capacidade para 4.000 pessoas sentadas nos bancos e nas galerias laterais, no alto.
Antes de entrar no templo, as duas retiram das bolsas véus brancos e cobrem a cabeça. Eu hesito, mas um senhor de terno na porta me encoraja: "Pode entrar, irmã".
Sob o teto sagrado da Congregação, mulheres e homens sentam-se separados. Conversas entre "irmãos" e "irmãs" são permitidas apenas do lado de fora da igreja.
Acomodo-me na ala feminina e noto "irmãs" com cabeças descobertas e outras de cabelos curtos. Também vejo "irmãs" de trajando calça - sinais de que cabem concessões na rígida doutrina da Congregação, classificada de "sectarista" por um sociólogo que entrevistei.
Enquanto penso nisso, uma senhora no banco de trás me cutuca. "Quer um véu, irmã?". Aceito.
Mulher, não. Em um púlpito sobre o altar desprovido de qualquer decoração - a não ser um letreiro que diz "em nome do Senhor Jesus", um homem prega. É um ancião, cargo máximo na hierarquia da Congregação Cristã no Brasil.
Qualquer homem presente pode pregar. Mulher, não. Porque a fala feminina é interditada pelas cartas de Paulo (livros da Bíblia), explicam.
O discurso niilista do ancião fala da pequeneza do homem diante da vontade divina. "Você só está vivo hoje, irmão, porque é a vontade de Deus", grita.
Vozes femininas repetem: "Glória a Deus". Ou "Louvado seja o Senhor".
O burburinho é cortado por berros indecifráveis. Assusto-me antes de perceber que se trata de uma jovem "acometida por um espírito do cão".
Duas senhoras retiram-na da igreja, enquanto as demais mulheres permanecem imóveis, repetindo os louvores.
O ancião fala por quase uma hora. Ao final, revê os ensinamentos (doutrina) sobre o batismo, que acontece em seguida: menores de 12 anos, por exemplo, não podem ser batizados.
A congregação canta um hino. Da orquestra - com instrumentos de cordas e sopros, sem percussão - participam apenas homens. Estão presentes cerca de 200 músicos da igreja.
As mulheres não participam da orquestra. O único instrumento reservado para elas é o órgão. E cantam.
A auxiliar de odontologia Kátia Holanda, 26, me oferece um livrinho: "Quer um hinário, irmã?". Canto a letra de um dos 450 hinos escritos com base em passagens bíblicas, especialmente salmos.
Batismo voluntário. Enquanto o hino é entoado, retiram o púlpito da frente do altar. Em seguida, o ancião ressurge. Trocou o terno por um traje cinza.
Ele entra no tanque de batismo, uma piscina que fica no fundo do altar. Mulheres descem pela esquerda, e homens, pela direita. Todos vestem o mesmo uniforme cinza.
"Irmão, eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo", diz o ancião que, em seguida, mergulha a cabeça da pessoa. A assembléia repete: "Amém!".
Os batizados voluntariam-se para o rito quando se sentem "tocados", explica Kátia.
Ela foi batizada há cinco anos e diz para eu não me preocupar, "que a gente sabe exatamente quando é chamado".
Entre um batismo e outro, o ancião convoca a assembléia a entoar um hino.
O rito encerra-se às 13h - o culto começara às 9h30. O ancião anuncia o saldo de batizados: 187 pessoas, número celebrado com mais um hino. Culto encerrado, os fiéis despedem-se se com o ósculo (beijo) santo: homens com homens, mulheres com mulheres, beijam-se no rosto.
Compras. Depois do culto, os fiéis vão às compras. O comércio no entorno da igreja - nas ruas Visconde de Parnaíba e Almirante Brasil - pertence a membros da congregação. A maioria, lojas de instrumentos, abertas depois do culto.
Nas barraquinhas armadas aos domingos, vendem-se CDs com a gravação dos hinos, procedimentos que contrariam os ensinamentos.
São quatro gravadoras, "todas pertencentes a seguidores da congregação", conta o vendedor Ednei de Oliveira, 22.
O encarregado da orquestra José, que não quis dizer o sobrenome, afirma que a gravação e a venda dos hinos são desobediências, mas "cada um acerta as contas pessoalmente com Deus".
Fiéis que são músicos profissionais não tocam na orquestra que rege, porque ficam com o "espírito transtornado", mas podem continuar participando dos cultos.
José diz que esses músicos profissionais expõem-se a espíritos malignos, executam músicas que "lá fora chamam de clássica, mas que, aqui dentro, não têm o menor valor". (DF)
Do site www1.folha.com.uol.com.br
DA EQUIPE DE TREINAMENTO
Manhã de domingo. Duas mulheres com o cabelo batendo na cintura e vestidas com saias abaixo do joelho caminham pelas ruas do Brás (centro de São Paulo). Sigo-as. Meu palpite é que se dirigem ao mesmo destino que eu, a sede da igreja pentecostal Congregação Cristã no Brasil.
De fato, a dupla chega ao prédio construído na década de 1930, com capacidade para 4.000 pessoas sentadas nos bancos e nas galerias laterais, no alto.
Antes de entrar no templo, as duas retiram das bolsas véus brancos e cobrem a cabeça. Eu hesito, mas um senhor de terno na porta me encoraja: "Pode entrar, irmã".
Sob o teto sagrado da Congregação, mulheres e homens sentam-se separados. Conversas entre "irmãos" e "irmãs" são permitidas apenas do lado de fora da igreja.
Acomodo-me na ala feminina e noto "irmãs" com cabeças descobertas e outras de cabelos curtos. Também vejo "irmãs" de trajando calça - sinais de que cabem concessões na rígida doutrina da Congregação, classificada de "sectarista" por um sociólogo que entrevistei.
Enquanto penso nisso, uma senhora no banco de trás me cutuca. "Quer um véu, irmã?". Aceito.
Mulher, não. Em um púlpito sobre o altar desprovido de qualquer decoração - a não ser um letreiro que diz "em nome do Senhor Jesus", um homem prega. É um ancião, cargo máximo na hierarquia da Congregação Cristã no Brasil.
Qualquer homem presente pode pregar. Mulher, não. Porque a fala feminina é interditada pelas cartas de Paulo (livros da Bíblia), explicam.
O discurso niilista do ancião fala da pequeneza do homem diante da vontade divina. "Você só está vivo hoje, irmão, porque é a vontade de Deus", grita.
Vozes femininas repetem: "Glória a Deus". Ou "Louvado seja o Senhor".
O burburinho é cortado por berros indecifráveis. Assusto-me antes de perceber que se trata de uma jovem "acometida por um espírito do cão".
Duas senhoras retiram-na da igreja, enquanto as demais mulheres permanecem imóveis, repetindo os louvores.
O ancião fala por quase uma hora. Ao final, revê os ensinamentos (doutrina) sobre o batismo, que acontece em seguida: menores de 12 anos, por exemplo, não podem ser batizados.
A congregação canta um hino. Da orquestra - com instrumentos de cordas e sopros, sem percussão - participam apenas homens. Estão presentes cerca de 200 músicos da igreja.
As mulheres não participam da orquestra. O único instrumento reservado para elas é o órgão. E cantam.
A auxiliar de odontologia Kátia Holanda, 26, me oferece um livrinho: "Quer um hinário, irmã?". Canto a letra de um dos 450 hinos escritos com base em passagens bíblicas, especialmente salmos.
Batismo voluntário. Enquanto o hino é entoado, retiram o púlpito da frente do altar. Em seguida, o ancião ressurge. Trocou o terno por um traje cinza.
Ele entra no tanque de batismo, uma piscina que fica no fundo do altar. Mulheres descem pela esquerda, e homens, pela direita. Todos vestem o mesmo uniforme cinza.
"Irmão, eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo", diz o ancião que, em seguida, mergulha a cabeça da pessoa. A assembléia repete: "Amém!".
Os batizados voluntariam-se para o rito quando se sentem "tocados", explica Kátia.
Ela foi batizada há cinco anos e diz para eu não me preocupar, "que a gente sabe exatamente quando é chamado".
Entre um batismo e outro, o ancião convoca a assembléia a entoar um hino.
O rito encerra-se às 13h - o culto começara às 9h30. O ancião anuncia o saldo de batizados: 187 pessoas, número celebrado com mais um hino. Culto encerrado, os fiéis despedem-se se com o ósculo (beijo) santo: homens com homens, mulheres com mulheres, beijam-se no rosto.
Compras. Depois do culto, os fiéis vão às compras. O comércio no entorno da igreja - nas ruas Visconde de Parnaíba e Almirante Brasil - pertence a membros da congregação. A maioria, lojas de instrumentos, abertas depois do culto.
Nas barraquinhas armadas aos domingos, vendem-se CDs com a gravação dos hinos, procedimentos que contrariam os ensinamentos.
São quatro gravadoras, "todas pertencentes a seguidores da congregação", conta o vendedor Ednei de Oliveira, 22.
O encarregado da orquestra José, que não quis dizer o sobrenome, afirma que a gravação e a venda dos hinos são desobediências, mas "cada um acerta as contas pessoalmente com Deus".
Fiéis que são músicos profissionais não tocam na orquestra que rege, porque ficam com o "espírito transtornado", mas podem continuar participando dos cultos.
José diz que esses músicos profissionais expõem-se a espíritos malignos, executam músicas que "lá fora chamam de clássica, mas que, aqui dentro, não têm o menor valor". (DF)
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Carta a Filemon
Paulo, prisioneiro de Jesus, o Ungido, e o irmão Timóteo ao amado Filemom, nosso cooperador, e à nossa amada Áfia, e a Árquipo, nosso camarada, e à igreja que está em tua casa: graça a vós e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus, o Ungido.
Graças dou ao meu Deus, lembrando-me sempre de ti nas minhas orações; ouvindo do teu amor e da fé que tens para com o Senhor Jesus, o Ungido, e para com todos os santos; para que a comunicação da tua fé seja eficaz no conhecimento de todo o bem que em vós há pelo Ungido, Jesus. Tive grande gozo e consolação do teu amor, porque por ti, ó irmão, as entranhas dos santos foram recreadas.
Por isso, ainda que tenha no Ungido grande confiança para te mandar o que te convém, todavia peço-te antes por amor, sendo eu tal como sou, Paulo, o Velho, e também agora prisioneiro de Jesus, o Ungido. Peço-te por meu filho Onésimo, que gerei nas minhas prisões; que noutro tempo te foi inútil, mas agora a ti e a mim muito útil; eu to tornei a enviar. E tu torna a recebê-lo como às minhas entranhas. Eu bem o quisera conservar comigo, para que por ti me servisse nas prisões das boas novas; mas nada quis fazer sem o teu parecer, para que o teu benefício não fosse como por força, mas voluntário. Porque bem pode ser que ele se tenha separado de ti por algum tempo, para que o retivesses para sempre, não já como servo, antes, mais do que servo, como irmão amado, particularmente de mim, e quanto mais de ti, assim na carne como no Senhor. Assim, pois, se me tens por companheiro, recebe-o como a mim mesmo. E, se te fez algum dano, ou te deve alguma coisa, põe isso à minha conta. Eu, Paulo, de minha própria mão o escrevi; eu o pagarei, para te não dizer que ainda mesmo a ti próprio a mim te deves. Sim, irmão, eu me regozijarei de ti no Senhor; recreia as minhas entranhas no Senhor.
Escrevi-te confiado na tua obediência, sabendo que ainda farás mais do que digo.
E juntamente prepara-me também pousada, porque espero que pelas vossas orações vos hei de ser concedido. Saúdam-te Epafras, meu companheiro de prisão pelo Ungido, Jesus, Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores.
A graça de nosso Senhor Jesus, o Ungido, seja com o vosso espírito. Assim seja!
Graças dou ao meu Deus, lembrando-me sempre de ti nas minhas orações; ouvindo do teu amor e da fé que tens para com o Senhor Jesus, o Ungido, e para com todos os santos; para que a comunicação da tua fé seja eficaz no conhecimento de todo o bem que em vós há pelo Ungido, Jesus. Tive grande gozo e consolação do teu amor, porque por ti, ó irmão, as entranhas dos santos foram recreadas.
Por isso, ainda que tenha no Ungido grande confiança para te mandar o que te convém, todavia peço-te antes por amor, sendo eu tal como sou, Paulo, o Velho, e também agora prisioneiro de Jesus, o Ungido. Peço-te por meu filho Onésimo, que gerei nas minhas prisões; que noutro tempo te foi inútil, mas agora a ti e a mim muito útil; eu to tornei a enviar. E tu torna a recebê-lo como às minhas entranhas. Eu bem o quisera conservar comigo, para que por ti me servisse nas prisões das boas novas; mas nada quis fazer sem o teu parecer, para que o teu benefício não fosse como por força, mas voluntário. Porque bem pode ser que ele se tenha separado de ti por algum tempo, para que o retivesses para sempre, não já como servo, antes, mais do que servo, como irmão amado, particularmente de mim, e quanto mais de ti, assim na carne como no Senhor. Assim, pois, se me tens por companheiro, recebe-o como a mim mesmo. E, se te fez algum dano, ou te deve alguma coisa, põe isso à minha conta. Eu, Paulo, de minha própria mão o escrevi; eu o pagarei, para te não dizer que ainda mesmo a ti próprio a mim te deves. Sim, irmão, eu me regozijarei de ti no Senhor; recreia as minhas entranhas no Senhor.
Escrevi-te confiado na tua obediência, sabendo que ainda farás mais do que digo.
E juntamente prepara-me também pousada, porque espero que pelas vossas orações vos hei de ser concedido. Saúdam-te Epafras, meu companheiro de prisão pelo Ungido, Jesus, Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores.
A graça de nosso Senhor Jesus, o Ungido, seja com o vosso espírito. Assim seja!
domingo, 13 de junho de 2010
A Ligação entre a Congregação Cristã [no Brasil] e a Igreja dos Irmãos
Esse artigo é um esclarecimento que eu enviei ao Consultório da Revista Vigiai e Orai, sobre a resposta do irmão Jabesmar Guimarães, sobre a ligação entre a Igreja dos Irmãos e a Congregação Cristã. Esse artigo foi escrito com base em pesquisas feitas na internet.
Tiago B
Devido à pergunta feita pelo Ademilson de Melo a revista Vigiai e Orai sobre a ligação entre essas duas igrejas e pela resposta dada pelo irmão Jabesmar Guimarães, senti de escrever esse artigo para mostrar que ambos os movimentos cristãos, não tem somente o véu usado pelas irmãs em comum.
“A Congregação Cristã tem origem num pequeno grupo de evangélicos italianos (Presbiterianos e principalmente Valdenses) que, na cidade de Chicago nos Estados Unidos da América, no ano de 1904, passou a se reunir em suas casas, buscando a guia Divina para seguir os ensinamentos bíblicos cristãos, dentro da simplicidade da fé apostólica.” (http://www.congregacaocrista.org.br) E tem Louis Francescon como um dos principais lideres nessa origem.
Devido a essa origem herdaram dos valdenses suas doutrinas e costumes como o uso do véu pelas irmãs durante os cultos. Os valdenses são um grupo de cristãos não denominacional, oriundos dos tempos dos apóstolos na região dos Alpes na Itália, esses cristãos não denominacionais eram “tachados de muitos nomes pelos seus contemporâneos: Paulicianos Bogomiles, Valdenses, Albigenses, Lollardos, Hussitas, Anabatistas, Irmãos de Plymouth, Darbistas e muitos outros.” (A Igreja Peregrina – Jaime C. Jardine). Importante ressaltar que esses irmãos não aceitam esses apelidos que lhe conferiam, gostariam de ser chamados somente de cristãos.
Louis Francescon era ancião da Igreja Presbiteriana Italiana de Chicago, foi desligado dessa igreja por pregar o batismo por imersão e por ter sido batizado pelo irmão Beretta, que foi batizado por um irmão americano da Igreja dos Irmãos (Histórico da Obra de Deus, p. 36), creio ser essa igreja ligada a do movimento dos Irmãos de Plymouth, “de quem Francescon teria herdado a visão eclesiástica super-congregacionalista, um pouco da teologia voltada ao exame bíblico ao invés da teologia discursiva, e também as notórias influencias no culto.” (Leo Alves, 2006)
Consta na ata de desligamento de Francescon da Igreja Presbiteriana que ele estava pregando o “darbismo” (segundo Leo Alves). Segundo relato do irmão Leo Alves (pesquisador da historia da Congregação Cristã) um irmão por nome A. Bernabei, ex membro da Igreja dos Irmãos na Itália hoje membro da Congregação Cristã, disse que a Igreja dos Irmãos são como nos (Congregação Cristã) mas só não crêem no dom de línguas.
Algumas das Igrejas dos Irmãos “participaram e se uniram à Congregação Cristã no seu principio, como em Montreal, Itália, e no Brasil a CCB em Santos começou com um grupo deles que se uniram a nos já na década de 1910.” (Leo Alves, 2006).
O irmão Francescon era contra a denominação, no Censu religioso nos EUA em 1936 ele definiu a igreja como “não sectária e não denominacional“. O nome comopentecostais eram rejeitado e é até hoje pela Congregação Cristã, em uma breve nota a David DuPlessis, o ir. Francescon pediu que não referisse a nossa igreja como Pentecostal mas “simplesmente cristãos“. (Leo Alves)
A igreja no Brasil por não ter nome, nos primeiros anos, foi apelidada pelos não membros de Igreja dos Glorias ou povo dos Glorias, por causa das manifestações de glorias durante os cultos, alguma igrejas possuía nas fachadas escrito REUNIDOS EM NOME DO SENHOR JESUS. O nome Congregação Cristã no Brasil foi adotado somente em 1936, pois ouve a “necessidade de se criar instituição com personalidade jurídica para poder legalizar as reuniões e titularizar a propriedade desses imóveis e, por isso, se denominou essa entidade de “CONGREGAÇÃO CRISTÔ, isto é, simples reunião de pessoas, sem qualquer formalismo ou personalismo, apenas imbuídas dos mesmos valores espirituais cristãos de adoração a Deus.” (http://www.congregacaocrista.org.br)
Para Francescon as igrejas também são locais e independentes dirigidas por anciões e diáconos. Isso fez com que ele se desliga-se das assembléias gerais das igrejas nos EUA, pois quando ele estava em uma de suas viagens ao Brasil, alguns membros nos EUA nacionalizaram a igreja lá sobre o nome de Igreja Cristã da América do Norte (www.ccna.org), o que ele foi contra ficando somente na Congregação Cristã de Chicago.
Para mim temos sim ligação com a Igreja dos Irmãos, alem do uso do véu pelas irmãs, considero eles como meus irmãos em Cristo. Não somente com a Igreja dos Irmão mas com outros grupos não denominacionais citados acima, principalmente os valdenses.
Uma coisa me entristece como membro da CCB, é saber que nossa igreja é considerada uma seita para alguns, colocada ao lado de movimentos como os mórmons e as Testemunhas de Jeová, que tem um outro Jesus diferente do nosso Salvador. Creio que alguns acha que somos uma seita pelo material, na grande parte mentiroso, que se encontra na internet escritos por pessoas que não conhece realmente a CCB, ou por sermos uma igreja que prefere não manter contato com outros evangélicos, o que é um direito nosso, não por sermos sectaristas, mas pela confusão de doutrinas que existe entre as igrejas hoje em dia, e por crermos que os verdadeiros cristãos já existissem antes da reforma protestante. Ou por não sermos disimistas e nossos ministros são voluntários, algumas igrejas não gosta disso, pois perdem alguns membros por causa do dizimo, por obrigar seus membros dizimarem. Mas pela graça de Deus todos os verdadeiros cristãos estarão unidos, um dia no reino do céu, sem denominação ou igreja, pois somos uma igreja só, que é espiritual, o Corpo de Cristo.
Autor: Tiago B.
Publicado em História da Igreja
Do site osglorias.wordpress.com
sábado, 12 de junho de 2010
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