quinta-feira, 4 de julho de 2013

Integrante da Congregação Cristã no Brasil destaca hospitalidade após acidente

Comunidade local ofereceu apoio às vítimas e seus familiares.

PORTO FELIZ - Após o acidente envolvendo um ônibus de turismo da Trans Brasil, que deixou 10 mortos e 29 feridos, no último dia 22 de junho, na SC 386 em Mondaí, o hospital do município foi um dos primeiros a receber vítimas da tragédia, assim como o Hospital de Iporã do Oeste. 

Naquele momento difícil, as vítimas e seus familiares contaram com o auxílio da comunidade local, que teve sua hospitalidade reconhecida por pessoas ligadas a Congregação Cristã do Brasil, da qual faziam parte os passageiros do coletivo.

Em entrevista a Rádio Porto Feliz, o cooperador de uma das igrejas da Congregação em Foz do Iguaçu, no Paraná, Josué Rodrigues, exaltou a forma com que as pessoas ligadas à tragédia foram atendidas pela comunidade, não só de Mondaí, mas também de Iporã do Oeste. 

Conforme Rodrigues, atitudes como estas demonstram que ainda há espírito de solidariedade humana. O cooperador contou que integrantes da comunidade local disponibilizaram casa, pouso e comida às pessoas envolvidas na tragédia. Durante a entrevista, Josué Rodrigues agradeceu pelo auxílio prestado aos fiéis.

Somente em Mondaí, 16 pessoas deram entrada na Associação Hospitalar, sendo que destas três morreram devido aos graves ferimentos, e as demais tiveram alta médica no dia seguinte a tragédia.
Fonte: Rádio Porto Feliz

terça-feira, 25 de junho de 2013

Sobre os pastores

A Bíblia fala de “dom” pastoral (Efésios 4.8,11) e não de ofício. Dons são distintos de ofício. Em Hebreus 13.7,17, o vocábulo encontrado nos Textos Gregos Originais é “hegéomai” (líder) e não‘poimên’(pastor). Devemos nos lembrar e obedecer aos nossos “líderes”, é o que literalmente diz os textos de Hebreus 13.7, 17. O ofício vigente na igreja primitiva era o de ancião (Gr. presbyteros) ou bispo (gr. episkopos). A igreja primitiva sempre esteve aos cuidados do “presbitério”, isto é, "corpo de anciãos" (1Timóteo 4.14), é o que diz a Bíblia. Os presbíteros eram quem pastoreavam ou apascentavam o rebanho pelo “dom” conferido a eles (Atos 20.17, 28; Efésios 4.8,11). Portanto, é legítima a posição tomada pela Congregação acerca da distinção entre “ofício” e “dom”. 
Fonte: Apologia - Examinando Argumentos, blog de Daniel Kauphan, visualizado em 25/06/2013, 23h08. http://apologiadidacheccb.blogspot.com.br/2013/05/porque-congregacao-crista-nao-e-seita.html

Servo Inútil - hino CCB - Jhonathan (clarineta)


segunda-feira, 24 de junho de 2013

Sol da Justiça - Hino 44, Hinário 5 CCB - Roberto do Sax


Morre aos 76 anos, Luiz Amorim, ancião da igreja Congregação Cristã

Luiz Amorim foi ordenado no dia 25 de março de 1964



CRISTÃO - Luiz Amorim, presbítero e pastor de almas, exerceu seu ministério por mais de cinco décadas

DIÁRIO DE MARÍLIA - Faleceu na manhã de ontem no Hospital Universitário, em decorrência de complicações de saúde, o ancião da igreja Congregação Cristã do Brasil em Marília, Luiz Amorim, 76 anos. Presbítero e pastor de almas, exerceu seu ministério por mais de cinco décadas, 49 anos somente como ministro da Palavra; antes foi líder dos jovens. Foi ordenado ao santo ministério no dia 25 de março de 1964, e o exerceu com amor, carinho e dignidade. Como nossa Denominação não mantém obreiros assalariados, ele exerceu paralelamente sua profissão na área de saúde, como funcionário público do Estado de São Paulo.

Mesmo exercendo atividades seculares, podemos dizer que foi um obreiro de tempo integral, pois dedicava todas as noites, e todas as horas disponíveis, a visitar, supervisionar e assistir as ovelhas de Cristo a ele confiadas. Tão logo se aposentou do serviço público, se voltou inteiramente às atividades pastorais; oficiando casamentos, dirigindo cultos e reuniões; voltadas a Congregação em geral, e com o tempo aos obreiros de toda a região, já que na nossa Denominação a antiguidade ministerial credencia à liderança do Conselho de Anciãos. Mas ele dedicou-se especialmente aos enfermos e atribulados.

Nunca se negou a deixar o leito e o aconchego do lar, em madrugadas frias ou chuvosas, e atender uma alma que pedia socorro, seja através da oração; unção com azeite, nos lares, hospitais e UTI. Quem conhece as Escrituras e a parábola do bom Samaritano, contada por Jesus, e conviveu com este servo, reconhece a semelhança, pois ele viveu intensamente, a busca pelos “feridos” durante a caminhada. São homens assim, dos quais se referiu o escritor aos Hebreus: “Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a Palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver. Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil” (Hb 13:7, 17).

Irmão Amorim não apenas serviu a Deus, como servo que era, mas ele andou com Deus em seu ministério, e como todo obreiro que de Deus recebe a chamada, num mesmo dia, e por meio século, ele viveu as emoções fortes e antagônicas: orando pela alegria dos pais quando do nascimento de uma criança, celebrando um casamento festivo, e em seguida chorando num funeral. Cumprindo assim a recomendação Bíblica: “Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram” (Rm12:15).

Nosso querido irmão, amigo e ministro do Evangelho, descansou no Senhor na manhã deste dia 21; seu corpo sendo velado no Ginásio de Esportes do clube dos Bancários, devido o grande numero dos que irão comparecer, de toda a região, para prestar sua última homenagem a quem viveu tão dignamente; imitando a Cristo o Bom e Supremo Pastor das ovelhas, apesar de todas as limitações e falhas humanas, de que ele também esteve sujeito. Resta-nos guardar a fé em Cristo, que nos justifica diante de Deus (Rm 5:1); tornando miseráveis pecadores em pessoas salvas e regeneradas pela Graça; aguardar o soar da trombeta na volta de Cristo, quando os mortos ressuscitarão e os vivos serão arrebatados, e então, nos encontraremos todos, saudando o Rei em Sua vinda, e gozar a eternidade naquele Novos Céus e Nova Terra, promessa de Deus (Ap 21).a